Empreendedor, publicitário, palestrante e professor. Há 17 anos no mercado, fundador de diversas agências de marketing digital e propaganda, atualmente CEO na General Marketing.

Falando de Web 2.0

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web20

Bom, acredito que todos já tenham ouvido falar desse termo. Mas e o que ele significa? Segundo a wikipedia web 2.0 é: 

“…a segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a “Web como plataforma”, envolvendo wikis, aplicações baseadas em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação… (ler mais)”

Existem muitos que criticam o termo pois o julgam marqueteiro. Já outros se empolgam e chegam até a dizer que é uma revolução da Internet. Partidarismos a parte, não quero entrar nessa disputa de “cabo de força”. Independente do rótulo todos concordam que algo mudou ou evoluiu na web – e por ai que seguirá nosso raciocínio. O que é e o que não é web 2.0 afinal? Segue abaixo uma lista que elaborei com base em minhas experiências:


O que é e o que não é Web 2.0?

Não é Web 2.0 É Web 2.0
Código produzido em HTML. Código produzido em XHTML.
Utilização de Tabelas na construção do código para estruturar o layout e o conteúdo. Código produzido em Tableless, ou seja, sem tabelas para estruturar o layout, mas sim, o uso de CSS.
Sites construído sem estrutura semântica. Sites produzidos com SEO (Search Engine Optmization).
Código escrito sem metodologia. Código produzido de acordo com padrões web.
Internet Explorer 6 Firefox 3
Sites que restingem através de severas moderações a participação dos usuários. Wikis e sistemas de participação onde o usuário pode expor sua opnião de forma simples e transparente.
Utilização excessiva de recursos visuais em Flash. Utilização de bibliotecas javascript para efeitos visuais, tais como, Jquery, Prototype, MooTools, etc.
Produzir o layout e o código fonte no mesmo arquivo. Utilizar CSS para dinamizar e otimizar a exibição da página.
Conexão discada (rede Dial-Up). Cable Modem, 3G e banda larga.
Chat e ICQ. Redes sociais (Orkut, Facebook, Twitter…) e Msn.
Pop-Up e SPAM. Pop-Up Modal e White List.
Asp, Php, CGI. AspX, Php 5, Ajax, XML, RSS.
Acessar diversos sites para ver as notícias diárias de seu interesse. Utilizar widgets, igoogle, RSS, podcast, blogs, videocast, comunidades e micro-blog para manter-se informado.
Sites que funcionam em computadores. Sites cross-platform, ou seja, que funcionem em outros dispositivos como celulares, smartphones, PDA’s, video-games e demais dispositivos com conexão a Internet.
“Web Folders”, ou seja, sites que apenas fazem o papel de ser um material da empresa na Internet, sem estratégia de marketing digital. Sites utilizados como ferramentas importantes no mix de comunicação da empresa e resposável pela conversão de novos clientes e demais estratégias de marketing digital.
Internet sem resultados mensuráveis. Data Intelligence e ferramentas web analytics que possibilitam extrair relatórios detalhados sobre a experiência do usuário e retorno sobre o investimento.

Bom é isso! Espero ter ajudado a melhor compreender o que vem a ser a tão falada web 2.0. Para debater acerca do tema ou falar a respeito sinta-se à vontade para comentar este post.

Diego Brito

Empreendedor, publicitário, palestrante e professor. Há 17 anos no mercado, fundador de diversas agências de marketing digital e propaganda, atualmente CEO na General Marketing.

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4 Comments
  • Daniella
    22 de abril de 2009 at 23:34

    Acho que falar de web 2.0 nunca é demais. Qualquer forma didática de explicar esse conceito é bem-vinda, uma vez que existem profissionais trabalhando com isso que ainda não entendem qual a dimensão do tema.

    Responder
  • Mauro R. Sciammarella
    21 de abril de 2009 at 19:32

    Boa… agora falta a maioria dos usuários mudarem… de nada adianta uma web 2.0 com uma cabeça 1.0 beta test.

    Abs.

    Responder
  • Cacio
    20 de abril de 2009 at 23:43

    Fala Diego,

    Senti falta apenas do estilo de DESIGN da web 2.0.. aquele estilo mais conceitual.. colorido.. e dinâmico..

    Abraços

    Responder

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